Organização do Território
Gestão do Território 2014
.O presente estudo, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, por meio da Diretoria de Geociências, constitui a segunda atualização da temática Gestão do Território no período de 10 anos1 . A partir de seus resultados, é possível conhecer, no universo dos 5 570 Municípios do País, quais são os Centros de Gestão, isto é, os responsáveis pelo papel de comando na rede urbana brasileira, tanto do ponto de vista empresarial quanto da gestão pública.Manual técnico de geomorfologia
Os Manuais Técnicos de Geociências têm sido divulgados, a partir de 1991, com o objetivo de uniformizar e definir critérios para os trabalhos realizados pela Instituição, no âmbito nacional, e contribuir para a disponibilização de metodologias e padronizações também no campo extrainstitucional.Manual técnico em geociências - Acesso e uso de Dados Geoespaciais
O desenvolvimento dos Sistemas de Informação Geográfi ca - SIGs (Geographic Information Systems - GIS) proporcionou amplo acesso às informações espaciais por meio de ferramentas livres e abertas, como o QGIS, possibilitando, assim, que usuários de diversos perfi s possam tratar signifi cativo volume de dados e produzir seus próprios mapas e cartogramas para uso pessoal, acadêmico ou profi ssional. A popularização desses softwares, no entanto, não dispensa os conhecimentos técnicos e conceituais necessários para o uso satisfatório e efi caz de tais ferramentas em um ambiente SIG, e é nessa perspectiva que se insere o presente Manual Técnico de Geociências do IBGE.
Manual técnico em geociências - Avaliação da Qualidade de Dados Geoespaciais
A constante evolução tecnológica vem propiciando à área de Geociências um aumento na produção, demanda, acesso e número de usuários de dados geoespaciais, cujo processo de elaboração envolve operações e métodos pautados em normas internacionais e especificações técnicas nacionais que visam a qualidade dos produtos gerados.
Manual técnico em geociências - Biomas e Sistema Costeiro-Marinho do Brasil
O mapa Biomas e sistema costeiro-marinho do Brasil: compatível com a escala 1:250 000 contempla aperfeiçoamentos na representação dos limites e incorpora atualizações e avanços conceituais e tecnológicos, com destaque para o aumento da resolução, tanto espacial quanto espectral e temporal, das imagens orbitais. Ele busca, assim, atender as expectativas de diferentes setores da sociedade interessados em um mapeamento mais detalhado que o oferecido no Mapa de biomas do Brasil: primeira aproximação, divulgado, em 2004, na escala 1:5.000 000, em cooperação com o Ministério do Meio Ambiente.
Manual técnico em geociências - Manual de Coleta de Nomes Geográficos - Lançamento 17/07
Os nomes geográficos são nomes próprios, formados por uma palavra, ou uma combinação de palavras ou expressões, utilizados para referência a um lugar, a uma feição, ou a áreas específicas. Eles identificam nominalmente as feições que compõem o território, e sua análise pode revelar informações que possibilitam não só conhecer os padrões de ocupação de um determinado local, envolvendo povos que o habitaram e línguas eventualmente faladas, por exemplo, como também identificar as características de sua produção econômica e até mesmo o tipo de vegetação antes existente, entre outras peculiaridades.
Perfil de Metadados Geoespaciais do Brasil - Perfil MGB 2.0
O Perfil de Metadados Geoespaciais do Brasil - Perfil MGB visa estabelecer uma estrutura comum para a descrição da geoinformação produzida no País, mediante um vocabulário padronizado segundo as normas internacionais sobre o tema, mas adaptado para a realidade nacional, a partir das experiências alcançadas em mais de 10 anos de existência da Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais - INDE.Redes e Fluxos - Gestão do Território 2014
O projeto Redes e Fluxos do Território constitui uma linha de investigação permanente do IBGE, que tem por objetivo analisar os relacionamentos e as ligações entre as cidades brasileiras, sua acessibilidade e a configuração espacial de suas trocas, quer de natureza material (pessoas, mercadorias, cargas), quer imaterial (informações, ordens, dinheiro). Em continuidade à divulgação de estudos relacionados a esse projeto, o presente volume aborda o tema das redes e fluxos do território em uma de suas dimensões imateriais, porém com grande força de organização espacial: os fluxos de gestão. Busca-se compreender como as diferentes regiões e cidades se conectam através da gestão do território e quais são os centros que concentram a capacidade de comando e controle do País, tanto do lado do Estado – representado pelas instituições públicas federais que possuem unidades espalhadas pelo território nacional para atender a população, levantar dados e informações e recolher tributos – quanto do lado do Mercado – representado pelas empresas privadas multilocalizadas. Para tal, foram utilizadas duas bases de dados: a primeira é composta pelas informações sobre a estrutura organizacional interna das instituições públicas consideradas (Instituto Nacional do Seguro Social - INSS, Ministério do Trabalho e Emprego, Secretaria da Receita Federal, Justiça Federal, Tribunais Regionais Eleitorais, Tribunais Regionais do Trabalho, além do próprio IBGE), levantadas em 2013, enquanto a segunda é formada pelas relações entre sedes e filiais de companhias privadas, desde que localizadas em municípios diferentes, tendo como referência o Cadastro Central de Empresas - CEMPRE, do IBGE, correspondente a 2011. A análise desses fluxos é enriquecida com tabelas, mapas e gráficos ilustrativos. Com este estudo, o IBGE busca dar conta do movimento dos agentes econômicos no que diz respeito à sua inserção nos novos esquemas organizacionais em rede e, por outro lado, incorporar, na análise, a atuação do Estado, que necessita gerenciar seu território de maneira contígua ao mesmo tempo em que também usa as redes em sua organização. O CD-ROM que acompanha a publicação reproduz o volume impresso, contendo, adicionalmente, os dados utilizados no presente estudo. O conjunto dessas informações está disponível no portal do IBGE na Internet.Redes e Fluxos do Território - Logística de Energia 2015
O projeto Redes e Fluxos do Território constitui uma linha de investigação permanente do IBGE, que tem por objetivo analisar os relacionamentos e as ligações entre as cidades brasileiras, sua acessibilidade e a configuração espacial de suas trocas, quer de natureza material (pessoas, mercadorias, cargas), quer imaterial (informações, ordens, dinheiro).Regiões de Influência das Cidades - Metodologia de compatibilização hierárquica entre as edições da pesquisa no período de 1966 a 2018
A pesquisa Regiões de Influência das Cidades - REGIC define a hierarquia dos centros urbanos brasileiros e delimita as regiões de influência a eles associadas, a partir da identificação da existência, nesses centros, de determinados equipamentos e serviços atrativos de populações de outras localidades. Seus resultados, portanto, permitem conhecer os relacionamentos entre as cidades com base na análise dos fluxos de bens, serviços e gestão, constituindo, assim, um importante instrumento de referência – tanto para o planejamento da localização de investimentos e da implantação de serviços que levem em consideração as relações espaciais que afetam o seu funcionamento quanto para a avaliação das condições de acesso da população aos bens e serviços disponibilizados.